terça-feira, 4 de março de 2008

Chuvas Àcidas

Chuvas em regiões muito poluídas podem carregar certas substâncias presentes no ar, provocando efeitos bastante danosos. Estas precipitações, que podem ocorrer sob a forma de chuva, geada, neve ou neblina, são chamadas de chuvas ácidas.
A chuva ácida pode contaminar o solo, as plantações, os rios e os lagos, que levam as substâncias venenosas trazidas da atmosfera até locais muito distantes de seu ponto de precipitação.
A chuva é considerada ácida quando seu PH (índice que indica a acidez de uma solução) é menor que 5.
Os casos mais graves observados indicaram chuvas com PH 2,5.
O PH de uma chuva não-ácida é pouco menor que 6.

Como elas aparecem?

As pesquisas mais detalhadas sobre o assunto são recentes. Em 1967, cientistas explicaram a formação da chuva ácida e descreveram o transporte, pelo vento, de poluentes de um país a outro. Cinco anos depois, a ONU organizou um seminário sobre meio ambiente e alguns países decidiram adoptar medidas para reduzir a formação de chuvas ácidas.

Quais os poluentes?

Os poluentes presentes na chuva ácida são produzidos pela combustão de carvão mineral, petróleo e seus derivados. São principalmente o dióxido de enxofre e o dióxido de nitrogénio.
Em contacto com o vapor de água da atmosfera, esses poluentes podem ainda produzir outras substâncias por meio de reacções químicas. O dióxido de enxofre, por exemplo, reagindo com a água, pode formar o ácido sulfúrico. O dióxido de nitrogénio, por sua vez, pode produzir o ácido nítrico. As duas substâncias resultantes são tóxicas e prejudiciais quando precipitadas.
Esses poluentes atmosféricos podem precipitar-se sob a forma de chuva, mas também como geada ou mesmo neblina. É o caso do fog londrino e da chamada neve "negra" que atinge algumas cidades industriais do hemisfério norte.

Miguel,nº15 8º2ª

Efeito de estufa

O efeito estufa (ou efeito de estufa, como se diz em Portugal) é um processo que ocorre quando uma parte da radiação solar reflectida pela superfície terrestre é absorvida por determinados gases presentes na atmosfera. Como consequência disso, o calor fica retido, não sendo liberado ao espaço. O efeito estufa dentro de uma determinada faixa é de vital importância pois, sem ele, a vida como a conhecemos não poderia existir.

O que se pode tornar catastrófico é a ocorrência de um agravamento do efeito estufa que desestabilize o equilíbrio energético no planeta e origine um fenómeno conhecido como aquecimento global. O IPCC (Painel Intergovernamental para as Mudanças Climáticas, estabelecido pelas Nações Unidas e pela Organização Meteorológica Mundial em 1988) no seu relatório mais recente [1] diz que a maior parte deste aquecimento,observado durante os últimos 50 anos,se deve muito provavelmente a um aumento dos gases do efeito estufa.

Os gases de estufa (dióxido de carbono (CO2), metano (CH4), Óxido nitroso (N2O), CFC´s (CFxClx)) absorvem alguma da radiação infravermelha emitida pela superfície da Terra e radiam por sua vez alguma da energia absorvida de volta para a superfície. Como resultado, a superfície recebe quase o dobro de energia da atmosfera do que a que recebe do Sol e a superfície fica cerca de 30ºC mais quente do que estaria sem a presença dos gases «de estufa».

Um dos piores gases é o metano, cerca de 20 vezes mais potente que o dióxido de carbono,é produzido pela flatulência dos ovinos e bovinos, sendo que a pecuária representa 16% da poluição mundial. Cientistas procuram a solução para esse problema e estão desenvolvendo um remédio para tentar resolver o caso. Na Nova Zelândia pensou-se em cobrar-se taxas por vaca, para compensar o efeito dos gases emitidos.
Ao contrário do significado literal da expressão «efeito estufa», a atmosfera terrestre não se comporta como uma estufa (ou como um cobertor). Numa estufa, o aquecimento dá-se essencialmente porque a convecção é suprimida. Não há troca de ar entre o interior e o exterior. Ora acontece que a atmosfera facilita a convecção e não armazena calor: em média, a temperatura da atmosfera é constante e a energia absorvida transforma-se imediatamente na energia cinética e potencial das moléculas que existem na atmosfera. A atmosfera não reflecte a energia radiada pela Terra. Os seus gases, principalmente o dióxido de carbono, absorvem-na. E se radia, é apenas porque tem uma temperatura finita e não por ter recebido radiação. A radiação que emite nada tem que ver com a que foi absorvida. Tem um espectro completamente diferente.

O efeito estufa, embora seja prejudicial em excesso, é na verdade vital para a vida na Terra, pois é ele que mantém as condições ideais para a manutenção da vida, com temperaturas mais amenas e adequadas. Porém, o excesso dos gases responsáveis pelo Efeito Estufa, ao qual desencadeia um fenómeno conhecido como Aquecimento Global, que é o grande vilão.

O problema do aumento dos gases estufa e sua influência no aquecimento global, tem colocado em confronto forças sociais que não permitem que se trate deste assunto do ponto de vista estritamente científico. Alinham-se, de um lado, os defensores das causas antropogênicas como principais responsáveis pelo aquecimento acelerado do planeta. São a maioria e omnipresentes na mídia.

Ambos os lados apresentam argumentos e são apoiados por forças sociais.

A poluição dos últimos duzentos anos tornou mais espessa a camada de gases existentes na atmosfera. Essa camada impede a dispersão da energia luminosa proveniente do Sol, que aquece e ilumina a Terra e também retém a radiação infravermelha (calor) emitida pela superfície do planeta. O efeito do espessamento da camada gasosa é semelhante ao de uma estufa de vidro para plantas, o que originou seu nome. Muitos desses gases são produzidos naturalmente, como resultado de erupções vulcânicas, da decomposição de matéria orgânica e da fumaça de grandes incêndios. Sua existência é indispensável para a existência de vida no planeta, mas a densidade actual da camada gasosa é devida, em grande medida, à actividade humana. Em escala global, o aumento exagerado dos gases responsáveis pelo efeito estufa provoca o aquecimento do global, o que tem consequências catastróficas.

Patrícia, nº 23, 8º2ª

O ar


O Ar, é uma mistura de gases presentes na atmosfera da Terra. O Ar seco é composto por 78% de nitrogênio, 21% de oxigénio, 0,97% de gases nobres e 0,03% de gás carbônico (dióxido de carbono).

Este pode ainda conter de 0 a 7% de vapor de água, e a sua composição altera-se com a altitude.
O Ar expirado (no processo da respiração dos animais) contém uma maior percentagem de dióxido de carbono, tipicamente 4,5%.
O Ar atmosférico não é apenas uma mistura de gases, apresenta também partículas sólidas de sujeira.
Daniela Almeida, nº12!

Império Romano

O império Romano é o nome utilizado para referir o Estado romano nos séculos que se seguiram à reorganização política e efectuada pelo primeiro imperador, César Augusto.
Embora Roma, a capital deste grande império possuísse colónias e províncias antes desta data, o estado que antecedeu a César Augusto é conhecido como República Romana. A diferença entre Império e República está sobretudo na forma como o governo é instituído. Pode-se definir como República um sistema de governo que leva em consideração os interesses dos cidadãos, estes elegem os seus representantes que irão governar a nação por um determinado período de tempo. No Império o governante, neste caso o imperador, é legitimado muitas vezes através de um golpe militar. Diferente da República, o cargo do governante do império é vitalício (só acaba com a morte do mesmo).
Os historiadores fazem a distinção entre o Principado, período de César Augusto à crise do terceiro século, e o Domínio ou Dominato que se estende desde a crise do terceiro século ao fim do império romano do ocidente. Durante o Principado (da palavra latina princeps, que significa primeiro), a natureza autocrática do regime era velada por designações e conceitos da esfera republicana, manifestando os imperadores relutância em se assumir como poder imperial. No Dominato (palavra com origem em dominus, senhor), pelo contrário, estes últimos exibiam claramente os sinais do seu poder, usando coroas, púrpuras e outros ornamentos simbólicos do seu estatuto.

Na minha opinião acho que este foi o melhor império de sempre!
João Barbacena

terça-feira, 22 de janeiro de 2008


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Astecas

Os astecas (1325 até 1521) foram uma civilização mesoamericana que floresceu principalmente entre os séculos XIV e XVI, no território correspondente ao actual México. Na sucessão de povos mesoamericanos que deram origem a esta civilização destaca-se os toltecas, pelas suas conquistas civilizatórias, florescendo entre o século X e o século XII seguidos pelos chichimecas imediatamente anteriores e praticamente fundadores do Império Asteca com a queda do Império Tolteca.
Os astecas foram derrotados e a sua civilização destruída pelos conquistadores espanhóis, comandados por Fernando Cortez.
O idioma asteca era o náhuatl.
video

terça-feira, 15 de janeiro de 2008

Resposta à sondagem

A resposta à sondagem: "Quantas espécies de jamantas exitem pelos mares tropicais?", é: 10!

terça-feira, 11 de dezembro de 2007

feliz natal

Vamos entrar de férias por isso não vamos poder postar.
Voltamos em Janeiro...
Feliz Natal e um bom ano novo! :)

Incas

As fortalezas incas

Os edifícios incas caracterizam-se pela monumentalidade e sobriedade. As suas cidades eram verdadeiras fortalezas, construídas com grandes muralhas de pedra. Os incas eram mestres em cortar e unir grandes blocos de pedra. A cidade-fortaleza de Machu Picchu é o exemplo mais espectacular dessa arte. Machu- Picchu foi descoberta em 1911, no topo de uma montanha de 2.400 m de altura, numa região inacessível da cordilheira dos Andes. Outras construções incas importantes ficam em Cuzco e Pisac. Cuzco, a capital do Império, tem uma rígida planificação urbana em forma quadriculada.

Formas de vida

A organização social inca era muito hierarquizada. No topo estava o Inca (filho do Sol), que era o imperador; depois a alta aristocracia, à qual pertenciam os sacerdotes, burocratas e os curacas (cobradores de impostos, chefes locais, juízes e comandantes militares); camadas médias, artesãos e demais militares; e finalmente camponeses e escravos. Os camponeses eram recrutados para lutar no exército, realizar as tarefas da colheita ou trabalhar na construção das cidades, segundo a vontade do Inca. A família patriarcal era a base da sociedade, mas até os casamentos dependiam da autoridade máxima. O sistema penal era rígido e o sistema político extremamente despótico.

O trabalho agrícola

A terra era propriedade do Inca (imperador) e repartida entre seus súditos. As terras reservadas ao Inca e aos sacerdotes eram cultivadas pelos camponeses, que recebiam também terras suficientes para subsistir. A agricultura era à base da economia inca; a ela se dedicavam os habitantes plebeus das aldeias. Baseava-se no cultivo de um cereal, o milho, e um tubérculo, a batata. As técnicas agrícolas eram rudimentares, já que desconheciam o arado. Para semear utilizava um bastão pontiagudo. Os campos eram irrigados por meio de um sistema formado por diques, canais e aquedutos. Utilizava-se como adubo o guano, esterco produzido pelas aves marinhas.

Cultura e religião

O idioma quéchua serviu de instrumento unificador do império inca. Como não tinha escrita, a cultura era transmitida oralmente. Com um conjunto de nós e barbantes coloridos, chamados quipos, os incas desenvolveram um engenhoso sistema de contabilidade. Na matemática, utilizavam o sistema numérico decimal. Os artesãos eram peritos no trabalho com o ouro. Mesmo sem conhecer o torno, alcançaram um bom domínio da cerâmica. Seus vasos tinham complicadas formas geométricas e de animais, ou uma combinação de ambas. A religião inca era uma mistura de culto à natureza (sol, terra, lua, mar e montanhas) e crenças mágicas. Os maiores templos eram dedicados ao Sol (Inti). Realizavam sacrifícios tanto de animais como de humanos.

Resposta à sondagem

A resposta à sondagem anterior é 26.000 anos!
Esperamos que tenham acertado e que voltem para votar na próxima...

terça-feira, 27 de novembro de 2007

A Água e os seus Componentes

A água encontra-se em diversos estados físicos. Na atmosfera ela está em estado gasoso, proveniente da evaporação de todas as superfícies húmidas – marés, rios e lagos; em estado líquido é a mais usual forma da água, encontrada nos grandes depósitos do planeta, nos oceanos e mares (água salgada), nos rios e lagos (água doce) e também no subsolo, constituindo os chamados lençóis freáticos. Para finalizar, também encontramos a água no estado sólido, nas regiões frias do planeta, os pólos e as grandes altitudes. Do estado gasoso, presente na atmosfera, a água precipita-se em estado líquido, como chuva, orvalho ou nevoeiro, ou em estado sólido, como neve ou granizo. A água é o constituinte mais característico da terra. Ingrediente essencial á vida, a água é talvez o recurso mais precioso que a terra fornece à humanidade. Embora se observe em alguns países tanta negligência e tanta falta de visão em relação a este recurso, é de se esperar que os seres humanos tenham pela água grande respeito, que procurem manter os seus reservatórios naturais e salvaguardar a sua pureza. De facto, o futuro da espécie humana e de muitas outras espécies pode ficar comprometido a menos que haja uma melhora significativa na administração dos recursos hídricos terrestres.

Resposta à sondagem Nº2

A resposta à sondagem anterior é Penínsua Arábica.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Pólos geográficos

Os Pólos Geográficos:

Os pólos geográficos da Terra não coincidem com os pólos magnéticos. O termo pólo geográfico é empregado para designar cada uma das extremidades do eixo imaginário da Terra, e esta possui dois: pólo norte, ou árctico, está num ponto onde o oceano tem 4.087 metros de profundidade, e pólo sul, ou antártico, está a 2.992 metros acima do nível do mar. A iluminação solar é simétrica em ambos sendo seis meses de luz diurna e seis meses de escuridão respectivamente. O prolongamento do eixo do planeta vai encontrar a esfera celeste em dois pontos chamados pólos celestes.
A Terra movimenta-se em relação ao seu próprio eixo, este leva os pólos a descrever uma curva em redor de uma posição média. Durante o século XX o pólo norte, devido a este movimento oscilou num espaço de vinte metros quadrados, existe ainda o fenómeno da nutação, (em astrometria, a oscilação do eixo do planeta em torno da posição média que ocuparia em consequência da precepsão dos equinócios), onde o eixo terrestre muda lentamente de direção ao longo da eclíptica na direção oeste. Este tem um período de cerca de vinte e seis mil anos. Esses movimentos, porém, não alteram a latitude ou a longitude.

Resposta à sondagem Nº1

A resposta à nossa sondagem é: o fogo é uma mistura de gases.